O PAPA SE TRANSFERE À RESIDÊNCIA EPISCOPAL DE SYDNEY, QUE O HOSPEDARÁ NESTES DIAS DO DMJ
Sydney, 16 jul (RV) – Bento XVI deixou, hoje, às 18hs, horário local, o Centro de Estudos do Opus Dei, em Kenthurst, e se dirigiu, de automóvel, para a Residência Episcopal da Catedral de Sydney, a 54 km. de distância.
Sobre esta manhã do Papa, eis o que disse o nosso correspondente em Sydney, Roberto Piermarini:
“Esta manhã, Bento XVI celebrou Missa na Capela da residência, que o hospedou nos primeiros dias da sua Viagem Apostólica. Depois, abençoou a primeira pedra do novo edifício do Centro de Kenthurst para a formação da juventude… Ao se despedir dos presentes, um grupo de dez jovens que trabalham no zoológico de Sydney, mostraram pequenos animais típicos daquele país, como um canguru, um coala, uma serpente, um papagaio, crocodilo. Como lembrança, deram ao Papa um coala de pelúcia. Estavam presentes os Cardeais Tarcisio Bertone e George Pell, além do seu secretário pessoal, George Gaenswein, e o organizador das viagens papais, Alberto Gasbarri”.
Enfim, após ter-se despedido e agradecido os funcionários e membros do Opus, o Papa se transferiu à residência episcopal de Sydney, onde permanecerá até o final da sua Viagem Apostólica à Austrália. O Santo Padre jantou com a sua comitiva e ali pernoitará.
Amanhã, quinta-feira, o Santo Padre iniciará cedo suas atividades públicas. Depois de três dias de adaptação, descanso, meditação, oração e passeios, o Papa se dirigirá à Residência Governamental de Sydney, onde haverá a cerimônia de boas-vindas.
A seguir, o Pontífice irá visitar o monumento memorial da bem-aventurada Mary MacKillop, conhecida como Madre Maria da Cruz, a primeira australiana elevada à glória dos altares pelo Papa JPII em 1995. Depois, vai fazer uma visita de cortesia ao Governador Geral da Austrália, Michel Jeffery, onde se encontrará também com o Primeiro Ministro Kevin Rudd.
No final da tarde, Bento XVI vai se encontrar, brevemente, com a comunidade aborígene, que lhe apresentará suas danças típicas e cantos tradicionais, no porto da Baía de Sydney.
Na Missa conclusiva do evento, no próximo domingo, um grupo de aborígenes representará os povos nativos da Austrália. No entanto, nestes dias, o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, visitou uma aldeia de aborígenes, acompanhado por alguns outros membros da comitiva papal.
Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, em seus pronunciamentos Bento XVI vai abordar a questão do respeito pelos aborígenes.
Em 2006, numa Carta enviada por ocasião dos 20 anos da visita de João Paulo II à Austrália, Bento XVI referiu-se a espinhosa questão, afirmando que “só através da aceitação da sua verdade história, é possível chegar a uma sã compreensão da realidade contemporânea e aderir à visão de um futuro harmonioso”.
Recordamos que, ao chegar ao território australiano, domingo de manhã, durante a escala técnica do vôo papal, no aeroporto de Darwin, Bento XVI recebeu de presente dos aborígenes uma réplica da imagem de “Nossa Senhora dos Aborígenes”, venerada pelos povos nativos da Austrália.
O presente foi entregue pelo bispo local, Dom Eugênio Hurley, que se declarou feliz pela oportunidade de acolher o Papa “em nome de todos os australianos”, mas, de modo particular, “da população autóctone”. (MT)
Fonte: www.radiovaticana.org
PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS EPISCOPAIS ITALIANA E FRANCESA FALAM DAS ESPERANÇAS DOS JOVENS EM SYDNEY
Cidade do Vaticano, 15 jul (RV) – O respeito pelas reservas naturais e pela vida, as perspectivas de futuro para os jovens e o impulso deste 23° Dia Mundial da Juventude, foram os temas abordados pelo Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), cardeal Angelo Bagnasco, numa coletiva de imprensa realizada hoje em Sydney no âmbito do evento.
O purpurado sublinhou que o DMJ é um evento válido, eficaz para o crescimento da fé nos jovens. Dom Bagnasco ressaltou que a Igreja tem a tarefa de apresentar os valores que realmente contam na vida a fim de responder àqueles que buscam ideais árduos, mas verdadeiros, pelo quais vale à pena sacrificar a vida.
Dom Bagnasco ressaltou ainda que a Igreja deve empenhar-se para que existam perspectivas de futuro para os jovens em nível de trabalho, de compromisso, de moradia: condições que impedem os jovens hoje de enfrentar a vida e formar uma família.
Segundo o presidente da CEI, o DMJ é um evento que continua atraindo muitos jovens, até mesmo aqueles que não freqüentam habitualmente a Igreja. “Antes de uma escolha de fé eles buscam a vida, a plenitude do amor, a felicidade verdadeira, os ideais que não encontram nas efêmeras experiências cotidianas”, ressaltou o purpurado.
Já o cardeal-arcebispo de Paris, André Vingt-Trois, disse hoje em Sydney que os jovens vão a este evento com a esperança de viver uma forte experiência, de ouvir a mensagem do Papa e descobrir a realidade da Igreja na Austrália.
O cardeal francês ressaltou ainda que o DMJ é uma experiência que ajuda muitas pessoas a descobrir que a fé cristã pode ser visível na sociedade. (MJ)
Fonte: www.radiovaticana.org
CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DÁ INÍCIO OFICIAL AO DMJ COM UMA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
Sydney, 15 jul (RV) – Enquanto o Santo Padre descansa na residência do Opus Dei, a 25 km. de Sydney, pelo segundo dia consecutivo, os jovens do mundo inteiro entram em cheio em suas atividades preparatórias para o encontro com o Papa.
Assim, hoje, teve início, oficialmente, o XXIII DMJ com a celebração da Missa, presidida pelo cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, no porto de Barangaroo, baía e coração da cidade. Neste mesmo lugar, depois de amanhã, os jovens darão as boas-vindas ao Papa Bento XVI.
Participaram da Santa Missa inaugural 26 Cardeais, 400 bispos, cerca de 4 mil sacerdotes, e os milhares de jovens provenientes de 170 países dos cinco continentes.
Em sua homilia, na Missa inaugural do DMJ, o Cardeal George Pell disse aos de modo especial aos jovens presentes:
“Não passem a vida sem tomar posição, pensando que é melhor não fazer escolhas, porque é cumprindo os compromissos que vocês poderão viver em plenitude. A felicidade, disse ainda, consiste em cumprir sempre os próprios deveres e obrigações, mesmo nas pequenas coisas, de modo que podemos preparar-nos para enfrentar compromissos cada vez maiores”.
“Ser discípulos de Cristo, afirmou o Cardeal Pell, exige disciplina, sobretudo, autodisciplina e domínio de si, necessário para fazer desabrochar o amor encerrado em seus corações” e concluiu:
“Espero que, com a força do Espírito Santo, vocês possam fazer parte do grande exército dos santos, que enriqueceu a história da humanidade, por gerações e gerações. Estes dias passarão rapidamente e, depois, deveremos voltar a enfrentar a nossa realidade quotidiana. Por certo período, alguns de vocês se confrontarão com uma vida amorfa e decepcionante. Porém, não se separem de Deus amoroso e do seu Filho Jesus”.
No entanto, durante estes dias, os jovens estão se preparando espiritualmente para o momento culminante do DMJ: o encontro com o Papa na vigília de Oração, no sábado, e na celebração da Santa Missa conclusiva do evento, no domingo.
Entre as várias atividades, nestes dias, os jovens estão participando, em grupos lingüísticos, de uma série de catequeses, que foram confiadas aos bispos das Igrejas locais.
A propósito, eis o que um dos bispos brasileiros, participantes no DMJ, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, auxiliar de Campo Grande (MS) e representante da CNBB, nos disse sobre tais catequeses: clique aqui para ouvir
Dom Eduardo nos fala também como está sendo a expectativa dos jovens para o encontro com o Papa e, em geral, deste DMJ: clique aqui para ouvir
Neste início oficial do XXIII DMJ, recordamos que Bento XVI é o terceiro Papa que visita a Austrália. O primeiro foi Paulo VI, em 1970; o segundo foi João Paulo II, em 1986 e 1995, ano em que beatificou a primeira australiana, a religiosa Mary Mackillop. E, agora, Bento XVI, para este grande evento eclesial do DMJ.
Recordamos ainda que os Dias Mundiais da Juventude foram instituídos por João Paulo II, em 1985, no Ano Internacional da Juventude; são celebrados a cada dois ou três anos, em cidades de continentes diferentes; contam com a presença do Papa e com a participação de jovens do mundo inteiro.
Nos anos intermediários, os DMJ são celebrados em nível diocesano, no Domingo de Ramos, nas Igrejas particulares do mundo. Para cada evento, o Papa propõe um tema. Em vista do DMJ, propriamente dito, na presença do Papa, os jovens se preparam com “Jornadas” de catequeses, orações, Missas, momentos de festa, encontros e cantos, em suas respectivas línguas.
O DMJ foi celebrado, pela primeira vez, em Roma, no Domingo de Ramos de 1986. A seguir, em 1987, os jovens foram convocados por JPII a Buenos Aires, na Argentina.
Dois anos depois, em 1989, na cidade espanhola de Santiago de Compostela; em 1991, na cidade polonesa de Czestochowa; em 1993, na cidade norte-americana de Denver; em 1995, em Manila, nas Filipinas; em 1997, em Paris, na França;
Em 2000, por ocasião do Grande Jubileu o DMJ realizou-se novamente em Roma; em 2002, em Toronto, no Canadá, o último evento juvenil presidido por JPII; em agosto de 2005, em Colônia, na Alemanha, Bento XVI presidiu ao XX DMJ, em memória do falecido Papa JPII.
Agora, em 2008, Bento XVI preside ao segundo DMJ de seu Pontificado, no distante país da Austrália.
Enquanto os jovens aguardam o primeiro encontro com o Papa, em terras australianas, depois de amanhã, dia 17, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, nos fala da permanência de Bento XVI na residência do Opus Dei, a 25 quilômetros da cidade de Sydney, onde está descansando e se adaptando ao grande fuso horário:
“O Papa iniciou com a celebração da Missa, da qual participaram, naturalmente, os funcionários da residência e seus dois secretários; depois do café da manhã, o Santo Padre fez um pequeno passeio a pé e, durante o resto da manhã, se dedicou à leitura, à oração e à revisão dos textos dos discursos que deverá pronunciar nestes dias”. (MT)
Fonte: www.radiovaticana.org
PAPA EM SYDNEY: OS JOVENS SE PREPARAM PARA O ENCONTRO COM O SUCESSOR DE PEDRO
Sydney, 14 jul (RV) – Bento XVI encontra-se na Austrália, desde ontem, para a sua IX Viagem Apostólica. Depois de mais de 15 horas de vôo, o avião papal fez uma escala técnica no aeroporto militar de Darwin, no norte do país. Durante a parada de cerca de uma hora, o Papa deu uma volta a pé por 25 minutos.
Em seguida, o avião retomou o vôo, em direção de Sydney, onde pousou no aeroporto militar de Richmond, ontem, às 15hs locais, 2h00 de Brasília.
Após quase 20 horas de vôo, de Roma a Sydney, o Pontífice chegou em boa forma ao aeroporto australiano, onde foi recebido pelo premier Rudd, pelo cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, e o cardeal Stanislaw Rylko, Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, o organismo vaticano que organiza o DMJ.
Do aeroporto de Richmond, em Sydney, o Bispo de Roma se transferiu, de automóvel, com sua comitiva, à casa de campo do Opus Dei, Centro de Estudos de Kenthurst, a 25 km. Naquela localidade, próxima às chamadas ‘Montanhas Azuis’, Bento XVI ficará hospedado até a noite de quarta-feira próxima, dia 16.
A residência, que pode alojar até 30 pessoas, dispõe de quadras de tênis, bosques e um piano para os momentos de lazer do Pontífice. Ali, nestes dias, antes de presidir ao DMJ, o Papa descansa da longa viagem e se dedica “à oração e a alguns passeios” – disse o cardeal George Pell.
Ontem, após sua chegada, o Santo Padre celebrou Missa em particular na capela da residência e jantou com a sua comitiva.
Esta manhã, Bento XVI celebrou a Eucaristia, da qual participaram seus dois Secretários, alguns sacerdotes do Opus Dei e os funcionários do Centro de Estudos. Depois de tomar café da manhã e de ter feito um breve passeio, o Papa retornou aos seus aposentos para concentrar sua atenção nos discursos que deve pronunciar nos próximos dias.
O Cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, e seu bispo auxiliar Anthony Fisher, coordenador deste 23º DMJ, fizeram um passeio com o Papa e depois almoçaram com ele, para colocá-lo a par da situação geral do grande evento.
Na parte da tarde, Bento XVI fez um passeio a pé com seus Secretários e, enfim, participou de um concerto, que lhe foi oferecido pela Orquestra Sinfônica de Sydney, que executaram obras de Schubert, Mozart e Schumann.
Assim, depois de três dias de descanso, no Centro de Estudos do Opus Deis, na noite de quarta-feira, Bento XVI se transferirá à Residência Episcopal ao lado da Catedral de Sydney, onde ficará hospedado durante o DMJ, até retornar a Roma, até a manhã do dia 21.
O encontro propriamente dito dos jovens, provenientes de todos os continentes, terá início amanhã, em preparação imediata ao encontro com Bento XVI.
No entanto, continuam a chegar jovens das cidades australianas e das vizinhas Ilhas do Pacífico, da Nova Zelândia, que nunca participaram de um DMJ: é o que afirma o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, aos jornalistas que estão dando cobertura a esta IX Viagem Apostólica de Bento XVI.
“Contrariamente às expectativas, disse o Cardeal Bertone, o número dos jovens no DMJ é bem maior que as previsões: mais de 500 mil pessoas: um número que tende a aumentar no momento culminante do evento, sábado e domingo, na presença do Papa.
Os grupos mais numerosos, além dos australianos, são provenientes dos EUA (25 mil), da Itália (cerca de 10 mil), e muitos outros da Alemanha, Espanha e Filipinas. Além dos jovens, estão presentes também em Sydney 8 mil voluntários, 2 mil sacerdotes, 700 cardeais e bispos, mais de 2 mil jornalistas.
Os numerosos bispos do mundo foram convidados também para dar assistência espiritual, junto com os sacerdotes, aos jovens de seus respectivos países e línguas.
Entre os bispos do Brasil encontra-se Dom Eduardo Pinheiro da Silva, auxiliar de Campo Grande (MS), representante da CNBB, que nos fala sobre a preparação dos jovens brasileiros e do encontro propriamente dito em Sydney: clique aqui para ouvir
Os jovens estão se preparando para o esperado encontro com o Papa com jornadas de reflexão e de oração, entre as quais uma série de catequeses. Tais catequeses são confiadas aos bispos do mundo inteiro, em suas respectivas línguas, como nos fala ainda Dom Eduardo, como um dos convidados: clique aqui para ouvir
Fonte: www.radiovaticana.org
BENTO XVI TOCA O SOLO AUSTRALIANO PELA PRIMEIRA VEZ
Sydney, 13 jul (RV) – Bento XVI está em Sydney. Depois de mais de 15 horas de vôo, o Boeing 777 do papa fez uma escala técnica no aeroporto militar de Darwin, no norte da Austrália. Durante esta parada, o papa fez um passeio a pé de 25 minutos. Em seguida, o avião retomou seu vôo, em direção de Sydney, onde aterrissou no aeroporto militar de Richmond hoje às 15hs locais, 2h de Brasília.
Apesar das longas horas de vôo, o Pontífice chegou em boa forma e desceu as escadas do avião com passo firme. Foi recebido pelo premiê australiano Rudd, pelo arcebispo de Sydney, George Pell, e o cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, o dicastério que promove o DMJ.
De Richmond, o papa partiu em carro, com uma pequena comitiva, saudada pelo povo que estava nas ruas, para a casa de campo do Opôs Dei em Kenthurst. Nesta localidade, próxima das ‘Montanhas Azuis’, Bento XVI está hospedado, descansando e se recuperando do fuso horário de 8 horas em relação à Itália, e de sua viagem mais longa.
Nesta residência, que pode alojar até 30 pessoas, o papa se dedicará “à oração e a longos passeios” – disse o cardeal Pell. A casa dispõe também de quadras de tênis, bosques e um piano para os momentos de lazer do pontífice. Neste domingo, após sua chegada, ele celebrou a missa na capela e jantou antes de ir descansar.
Bento XVI permanecerá ali até 4ª feira à noite, quando se transferirá para a canônica da catedral de Sydney, que o hospedará até o dia do retorno a Roma, 21 de julho.
De Sydney, nosso correspondente Roberto Piermarini descreve a expectativa para o Encontro com o papa:
“De hora em hora, Sydney se anima com a chegada de jovens de todas as partes do mundo para o DMJ. No aeroporto internacional da cidade, são acolhidos por grupos de coetâneos que com cantos e danças os recebem, entusiastas. Esta é uma surpresa prazerosa para quem chega cansado de uma viagem tão longa, apara o evento que está atraindo a atenção da mídia de todo o mundo. Estão chegando a Sydney também alguns jovens iraquianos que encontraram dificuldades em deixar seu país. Ainda há duvidas em relação aos birmaneses. O DMJ conquistou as primeiras páginas dos jornais australianos. Não obstante as ‘boas-vindas’, há também referências ao problema dos abusos sexuais do clero. Hoje, em uma coletiva à imprensa, o coordenador do DMJ, mons. Anthony Fisher disse concordar com as palavras do papa de respeito e compreensão pelas vítimas dos abusos, e que a Igreja australiana fará o possível para ajudar aqueles que sofreram violências. Mas a atenção agora é toda para o papa e os jovens, que antes do encontro com ele, no DMJ, participarão de celebrações, vigílias, momentos de oração, catequeses: um sopro do Espírito – como cita a manchete de um jornal local – que está dando uma alma a esta metrópole”.
(CM)
Fonte: www.radiovaticana.org
MENSAGEM DO PAPA AOS JOVENS AUSTRALIANOS, EM SUA CHEGADA A SYDNEY
Sydney, 13 jul (RV) – Em concomitância com sua chegada à Austrália, foi difundida a vídeo-mensagem gravada pelo papa aos jovens peregrinos que participarão do DMJ. Nela, Bento XVI afirma que muitos jovens vêem a pobreza e a injustiça, a avidez humana e os desastres ecológicos, e desejam encontrar as soluções. “A verdade cristã, a boa nova pode atender as expectativas mais profundas de seus corações. É deles que pode vir a renovação cristã do mundo”.
“Muitos jovens não têm esperança. Permanecem perplexos diante das questões que lhes são apresentadas de modo cada vez mais urgente neste mundo que os confunde. Muitas vezes, ficam na dúvida, não sabem a quem se dirigir para encontrar respostas. São desafiados pelos argumentos daqueles que negam a existência de Deus e se desnorteiam, não sabem como responder. Vêem os grandes estragos causados pela avidez humana ao meio ambiente, e lutam para encontrar um modo de viver em harmonia com a natureza e com os outros. Aonde podem procurar as respostas? È o espírito que os orienta para o caminho que conduz à vida, ao amor e à verdade”. Eles são chamados a ser instrumentos de renovação, comunicando a seus coetâneos a alegria que sentem em conhecer e seguir Cristo, e compartir com os outros o amor que o Espírito derrama em seus corações, de forma que eles também se inundem de esperança e gratidão por todo o bem que se recebe de Deus, nosso Pai”. (CM)
Fonte: www.radiovaticana.org
“O AMOR DE DEUS É A FONTE DA MISSÃO”: MENSAGEM DO PAPA POR OCASIÃO DO 82° DIA MUNDIAL DAS MISSÕES
Cidade do Vaticano, 12 jul (RV) – Antes de sua viagem a Sydney, na Austrália, Bento XVI escreveu uma mensagem por ocasião do 82° Dia Mundial das Missões que se celebrará em 19 de outubro próximo, com o tema “Servos e apóstolos de Jesus Cristo”.
No documento publicado na manhã deste sábado, o Papa ressalta a atualidade da figura do Apóstolo São Paulo, incansável missionário, que ainda hoje impulsiona os fiéis a proclamarem o Evangelho pelas estradas do mundo.
“O amor de Cristo doa aquela esperança que a humanidade de hoje busca entre mil dificuldades e inquietações”, sublinha o Papa. Bento XVI ressalta que olhando a experiência de São Paulo, ele compreende que a atividade missionária é resposta ao amor com o qual Deus nos ama.
O Papa diz ainda em sua mensagem que o Ano Paulino é para os fiéis uma ocasião para anunciar o Evangelho até os confins do mundo e reitera que o mandato missionário é uma tarefa de todos os batizados.
“A missão é questão de amor e o amor de Deus é a fonte da missão”, sublinha o Papa, acrescentando que o amor de Deus é energia espiritual capaz de fazer crescer na família humana a justiça, a harmonia e a comunhão entre pessoas, raças e povos.
“Os fiéis sabem que Cristo é o nosso futuro e o seu Evangelho transforma a vida, doa esperança, abre a porta obscura do tempo e ilumina o futuro da humanidade e do universo”, afirma Bento XVI em sua mensagem.
“São Paulo, conclui o Papa, compreendeu que somente em Cristo a humanidade pode encontrar redenção e esperança”. (MJ)
Fonte: www.radiovaticano.org
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