Arautos do Evangelho – Bicentenário da Polícia Civil será lembrado com uma solene missa na Catedral da Sé
São Paulo.- No próximo domingo 20 de julho, às 11:00 horas na Catedral da Sé, a Polícia Civil comemorará os 200 anos de sua fundação, com uma solene eucaristia que será presidida pelo Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, e contará com a animação litúrgica dos Arautos do Evangelho.
A Polícia Civil foi instituída no Rio de Janeiro, pelo príncipe regente Dom João VI, em maio de 1808, quando criou-se também o cargo de Intendente-Geral de Polícia da Corte e do Estado de Brasil, similar ao que existia em Portugal. Suas principais atribuições eram controlar o ingresso e permanência de estrangeiros, assim como regular a vida pública da Colônia. Em poucos anos, a instituição sedimentou-se, delineando as bases de um modelo policial disseminado por todo o Brasil, dando a origem às demais Polícias Civis.
Ao longo de sua história, a instituição passou por diversas transformações. Com a Proclamação da República, em 1889, os serviços de polícia passaram a ser regulamentados por leis estaduais, sendo que, em 1902, o Presidente da República, Rodrigues Alves, reformou o serviço policial da capital, denominando-o Polícia Civil do Distrito Federal. Em 1965, foram promovidas alterações adicionais, em especial a implantação do Regime Jurídico dos Policiais Civis da União e do Distrito Federal, iniciando a era contemporânea da Polícia Civil.
Atualmente, as polícias civis são dirigidas por delegados de polícia de carreira e possuem a incumbência, ressalvada a competência da União, de exercer as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares, conforme estabelecido na Constituição Federal.
PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS EPISCOPAIS ITALIANA E FRANCESA FALAM DAS ESPERANÇAS DOS JOVENS EM SYDNEY
Cidade do Vaticano, 15 jul (RV) – O respeito pelas reservas naturais e pela vida, as perspectivas de futuro para os jovens e o impulso deste 23° Dia Mundial da Juventude, foram os temas abordados pelo Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), cardeal Angelo Bagnasco, numa coletiva de imprensa realizada hoje em Sydney no âmbito do evento.
O purpurado sublinhou que o DMJ é um evento válido, eficaz para o crescimento da fé nos jovens. Dom Bagnasco ressaltou que a Igreja tem a tarefa de apresentar os valores que realmente contam na vida a fim de responder àqueles que buscam ideais árduos, mas verdadeiros, pelo quais vale à pena sacrificar a vida.
Dom Bagnasco ressaltou ainda que a Igreja deve empenhar-se para que existam perspectivas de futuro para os jovens em nível de trabalho, de compromisso, de moradia: condições que impedem os jovens hoje de enfrentar a vida e formar uma família.
Segundo o presidente da CEI, o DMJ é um evento que continua atraindo muitos jovens, até mesmo aqueles que não freqüentam habitualmente a Igreja. “Antes de uma escolha de fé eles buscam a vida, a plenitude do amor, a felicidade verdadeira, os ideais que não encontram nas efêmeras experiências cotidianas”, ressaltou o purpurado.
Já o cardeal-arcebispo de Paris, André Vingt-Trois, disse hoje em Sydney que os jovens vão a este evento com a esperança de viver uma forte experiência, de ouvir a mensagem do Papa e descobrir a realidade da Igreja na Austrália.
O cardeal francês ressaltou ainda que o DMJ é uma experiência que ajuda muitas pessoas a descobrir que a fé cristã pode ser visível na sociedade. (MJ)
Fonte: www.radiovaticana.org
TV Arautos – O Pe. João Clá Dias comenta “A palavra de Deus”
Devemos ser em relação a palavra de Deus, como foi Nossa Senhora. Ela foi a terra fértil da Jesus nos fala na parábola do semeador, pois ouviu e pôs em prática a palavra de Deus.
Primeira Leitura
Is 55, 10-11
Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não volvem sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado minha vontade e cumprido sua missão.
Segunda Leitura
Rm 8, 18-23
Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada.
Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.
Pois a criação foi sujeita à vaidade (não voluntariamente, mas por vontade daquele que a sujeitou), todavia com a esperança de ser também ela libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus.
Pois sabemos que toda a criação geme e sofre como que dores de parto até o presente dia.
Não só ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nós mesmos, aguardando a adoção, a redenção do nosso corpo.
Salmo Responsorial
Sl 64
Ao mestre de canto. Salmo de Davi. Cântico.
A vós, ó Deus, convém o louvor em Sião, é a vós que todos vêm cumprir os seus votos,
vós que atendeis as preces. Todo homem acorre a vós, por causa de seus pecados. Oprime-nos o peso de nossas faltas: vós no-las perdoais.
Feliz aquele que vós escolheis, e chamais para habitar em vossos átrios. Possamos nós ser saciados dos bens de vossa casa, da santidade de vosso templo.
Vós nos atendeis com os estupendos prodígios de vossa justiça, ó Deus, nosso salvador. Vós sois a esperança dos confins da terra, e dos mais longínquos mares.
Vós que, com a vossa força, sustentais montanhas, cingido de vosso poder.
Vós que aplacais os vagalhões do mar, o bramir de suas vagas e o tumultuar das nações pagãs.
À vista de vossos prodígios, temem-vos os habitantes dos confins da terra; saciais de alegria os extremos do oriente e do ocidente.
Visitastes a terra e a regastes, cumulando-a de fertilidade. De água encheu-se a divina fonte e fizestes germinar o trigo. Assim, pois, fertilizastes a terra: irrigastes os seus sulcos, nivelastes e as sua glebas; amolecendo-as com as chuvas, abençoastes a sua sementeira.
Coroaste o ano com os vossos benefícios; onde passastes ficou a fartura.
Umedecidas as pastagens do deserto, revestem-se de alegria as colinas.
Os prados são cobertos de rebanhos, e os vales se enchem de trigais. Só há júbilo e cantos de alegria.
Evangelho
Mt 13, 1-23
Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago.
Acercou-se dele, porém, uma tal multidão, que precisou entrar numa barca. Nela se assentou, enquanto a multidão ficava à margem.
E seus discursos foram uma série de parábolas.
Disse ele: Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram.
Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda.
Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes.
Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram.
Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um.
Aquele que tem ouvidos, ouça.
Os discípulos aproximaram-se dele, então, para dizer-lhe: Por que lhes falas em parábolas?
Respondeu Jesus: Porque a vós é dado compreender os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não.
Ao que tem, se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem será tirado até mesmo o que tem.
Eis por que lhes falo em parábolas: para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não ouçam nem compreendam.
Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s).
Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem!
Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram.
Ouvi, pois, o sentido da parábola do semeador: quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração. Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho.
O solo pedregoso em que ela caiu é aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida, mas não tem raízes, é inconstante: sobrevindo uma tribulação ou uma perseguição por causa da palavra, logo encontra uma ocasião de queda.
O terreno que recebeu a semente entre os espinhos representa aquele que ouviu bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa.
A terra boa semeada é aquele que ouve a palavra e a compreende, e produz fruto: cem por um, sessenta por um, trinta por um.
Assista ao Pe. João Clá Dias comentando “A palavra de Deus”, na TV Arautos.
TV Arautos – Pe. João Clá Dias comenta “Buscai a face de Deus”
Fomos criados por Deus, e a ele nós devemos tudo. Devemos pois, fazer sua vontade, não como uma obrigação, mas como uma amor filial.
Primeira Leitura
Os 10, 1-3.7-8.12
Israel era uma vinha frondosa, que dava muitos frutos. Porém, quanto mais frutos, mais multiplicava seus altares; quanto mais prosperou a terra, mais ricas estelas construiu.
Hipócrita é o seu coração: vai receber o devido castigo; ele mesmo vai derrubar seus altares e quebrar suas estelas.
E dizem, com efeito: Não temos rei, porque não tememos o Senhor; e que nos fará o nosso rei?
Samaria está aniquilada, seu rei é como espuma à tona da água.
Serão destruídos os lugares altos de Bet-Aven, o pecado de Israel. Espinhos e abrolhos crescerão nos seus altares; dirão então às montanhas: Cobri-nos! E às colinas: Caí sobre nós!
Semeai na justiça, e colhereis bondade em proporção. Lavrai novas terras! É tempo de buscar o Senhor, até que venha espalhar a justiça sobre vós.
Salmo Responsorial
Sl 104
Aleluia. Celebrai o Senhor, aclamai o seu nome, apregoai entre as nações as suas obras.
Cantai-lhe hinos e cânticos, anunciai todas as suas maravilhas.
Gloriai-vos do seu santo nome; rejubile o coração dos que procuram o Senhor.
Recorrei ao Senhor e ao seu poder, procurai continuamente sua face.
Recordai as maravilhas que operou, seus prodígios e julgamentos por seus lábios proferidos, ó descendência de Abraão, seu servidor, ó filhos de Jacó, seus escolhidos!
É ele o Senhor, nosso Deus; suas sentenças comandam a terra inteira.
Ele se lembra eternamente de sua aliança, da palavra que empenhou a mil gerações, que garantiu a Abraão, e jurou a Isaac, e confirmou a Jacó irrevogavelmente, e a Israel como aliança eterna, quando disse: Dar-te-ei a terra de Canaã, como parte de vossa herança.
Quando não passavam de um reduzido número, minoria insignificante e estrangeiros na terra, e andavam errantes de nação em nação, de reino em reino, não permitiu que os oprimissem, e castigou a reis por causa deles.
Não ouseis tocar nos que me são consagrados, nem maltratar os meus profetas.
E chamou a fome sobre a terra, e os privou do pão que os sustentava.
Diante deles enviara um homem: José, que fora vendido como escravo.
Apertaram-lhe os pés entre grilhões, com cadeias cingiram-lhe o pescoço, até que se cumpriu a profecia, e o justificou a palavra de Deus.
Então o rei ordenou que o soltassem, o soberano de povos o livrou, e o nomeou senhor de sua casa e governador de seus domínios, para, a seu bel-prazer, dar ordens a seus príncipes, e a seus anciãos, lições de sabedoria.
Então Israel penetrou no Egito, Jacó foi viver na terra de Cam.
Deus multiplicou grandemente o seu povo, e o tornou mais forte que seus inimigos.
Depois, de tal modo lhes mudou os corações, que com aversão trataram o seu povo, e com perfídia, os seus servidores.
Mas Deus lhes suscitou Moisés, seu servo, e Aarão, seu escolhido.
Ambos operaram entre eles prodígios e milagres na terra de Cam.
Mandou trevas e se fez noite, resistiram, porém, às suas palavras.
Converteu-lhes as águas em sangue, matando-lhes todos os seus peixes.
Infestou-lhes a terra de rãs, até nos aposentos reais.
A uma palavra sua vieram nuvens de moscas, mosquitos em todo o seu território.
Em vez de chuva lhes mandou granizo e chamas devorantes sobre a terra.
Devastou-lhes as vinhas e figueiras, e partiu-lhes as árvores de seus campos.
A seu mandado vieram os gafanhotos, e lagartas em quantidade enorme, que devoraram toda a erva de suas terras e comeram os frutos de seus campos.
Depois matou os primogênitos do seu povo, primícias de sua virilidade.
E Deus tirou os hebreus carregados de ouro e prata; não houve, nas tribos, nenhum enfermo.
Alegraram-se os egípcios com sua partida, pelo temor que os hebreus lhes tinham causado.
Para os abrigar Deus estendeu uma nuvem, e para lhes iluminar a noite uma coluna de fogo.
A seu pedido, mandou-lhes codornizes, e os fartou com pão vindo do céu.
Abriu o rochedo e jorrou água como um rio a correr pelo deserto, pois se lembrava da palavra sagrada, empenhada a seu servo Abraão.
E fez sair, com júbilo, o seu povo, e seus eleitos com grande exultação.
Deu-lhes a terra dos pagãos e desfrutaram das riquezas desses povos, sob a condição de guardarem seus mandamentos e observarem fielmente suas lei.
Evangelho
Mt 10, 1-7
Jesus reuniu seus doze discípulos. Conferiu-lhes o poder de expulsar os espíritos imundos e de curar todo mal e toda enfermidade.
Eis os nomes dos doze apóstolos: o primeiro, Simão, chamado Pedro; depois André, seu irmão. Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão.
Filipe e Bartolomeu. Tomé e Mateus, o publicano. Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu.
Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor.
Estes são os Doze que Jesus enviou em missão, após lhes ter dado as seguintes instruções: Não ireis ao meio dos gentios nem entrareis em Samaria; ide antes às ovelhas que se perderam da casa de Israel.
Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo.
Assista na TV Arautos, o Pe. João Clá Dias comentando, “Buscai a face de Deus”.
CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DÁ INÍCIO OFICIAL AO DMJ COM UMA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
Sydney, 15 jul (RV) – Enquanto o Santo Padre descansa na residência do Opus Dei, a 25 km. de Sydney, pelo segundo dia consecutivo, os jovens do mundo inteiro entram em cheio em suas atividades preparatórias para o encontro com o Papa.
Assim, hoje, teve início, oficialmente, o XXIII DMJ com a celebração da Missa, presidida pelo cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, no porto de Barangaroo, baía e coração da cidade. Neste mesmo lugar, depois de amanhã, os jovens darão as boas-vindas ao Papa Bento XVI.
Participaram da Santa Missa inaugural 26 Cardeais, 400 bispos, cerca de 4 mil sacerdotes, e os milhares de jovens provenientes de 170 países dos cinco continentes.
Em sua homilia, na Missa inaugural do DMJ, o Cardeal George Pell disse aos de modo especial aos jovens presentes:
“Não passem a vida sem tomar posição, pensando que é melhor não fazer escolhas, porque é cumprindo os compromissos que vocês poderão viver em plenitude. A felicidade, disse ainda, consiste em cumprir sempre os próprios deveres e obrigações, mesmo nas pequenas coisas, de modo que podemos preparar-nos para enfrentar compromissos cada vez maiores”.
“Ser discípulos de Cristo, afirmou o Cardeal Pell, exige disciplina, sobretudo, autodisciplina e domínio de si, necessário para fazer desabrochar o amor encerrado em seus corações” e concluiu:
“Espero que, com a força do Espírito Santo, vocês possam fazer parte do grande exército dos santos, que enriqueceu a história da humanidade, por gerações e gerações. Estes dias passarão rapidamente e, depois, deveremos voltar a enfrentar a nossa realidade quotidiana. Por certo período, alguns de vocês se confrontarão com uma vida amorfa e decepcionante. Porém, não se separem de Deus amoroso e do seu Filho Jesus”.
No entanto, durante estes dias, os jovens estão se preparando espiritualmente para o momento culminante do DMJ: o encontro com o Papa na vigília de Oração, no sábado, e na celebração da Santa Missa conclusiva do evento, no domingo.
Entre as várias atividades, nestes dias, os jovens estão participando, em grupos lingüísticos, de uma série de catequeses, que foram confiadas aos bispos das Igrejas locais.
A propósito, eis o que um dos bispos brasileiros, participantes no DMJ, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, auxiliar de Campo Grande (MS) e representante da CNBB, nos disse sobre tais catequeses: clique aqui para ouvir
Dom Eduardo nos fala também como está sendo a expectativa dos jovens para o encontro com o Papa e, em geral, deste DMJ: clique aqui para ouvir
Neste início oficial do XXIII DMJ, recordamos que Bento XVI é o terceiro Papa que visita a Austrália. O primeiro foi Paulo VI, em 1970; o segundo foi João Paulo II, em 1986 e 1995, ano em que beatificou a primeira australiana, a religiosa Mary Mackillop. E, agora, Bento XVI, para este grande evento eclesial do DMJ.
Recordamos ainda que os Dias Mundiais da Juventude foram instituídos por João Paulo II, em 1985, no Ano Internacional da Juventude; são celebrados a cada dois ou três anos, em cidades de continentes diferentes; contam com a presença do Papa e com a participação de jovens do mundo inteiro.
Nos anos intermediários, os DMJ são celebrados em nível diocesano, no Domingo de Ramos, nas Igrejas particulares do mundo. Para cada evento, o Papa propõe um tema. Em vista do DMJ, propriamente dito, na presença do Papa, os jovens se preparam com “Jornadas” de catequeses, orações, Missas, momentos de festa, encontros e cantos, em suas respectivas línguas.
O DMJ foi celebrado, pela primeira vez, em Roma, no Domingo de Ramos de 1986. A seguir, em 1987, os jovens foram convocados por JPII a Buenos Aires, na Argentina.
Dois anos depois, em 1989, na cidade espanhola de Santiago de Compostela; em 1991, na cidade polonesa de Czestochowa; em 1993, na cidade norte-americana de Denver; em 1995, em Manila, nas Filipinas; em 1997, em Paris, na França;
Em 2000, por ocasião do Grande Jubileu o DMJ realizou-se novamente em Roma; em 2002, em Toronto, no Canadá, o último evento juvenil presidido por JPII; em agosto de 2005, em Colônia, na Alemanha, Bento XVI presidiu ao XX DMJ, em memória do falecido Papa JPII.
Agora, em 2008, Bento XVI preside ao segundo DMJ de seu Pontificado, no distante país da Austrália.
Enquanto os jovens aguardam o primeiro encontro com o Papa, em terras australianas, depois de amanhã, dia 17, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, nos fala da permanência de Bento XVI na residência do Opus Dei, a 25 quilômetros da cidade de Sydney, onde está descansando e se adaptando ao grande fuso horário:
“O Papa iniciou com a celebração da Missa, da qual participaram, naturalmente, os funcionários da residência e seus dois secretários; depois do café da manhã, o Santo Padre fez um pequeno passeio a pé e, durante o resto da manhã, se dedicou à leitura, à oração e à revisão dos textos dos discursos que deverá pronunciar nestes dias”. (MT)
Fonte: www.radiovaticana.org
Santo do Dia – Hoje, 15 de julho, a Igreja comemora São Boaventura
O santo de hoje, foi bispo e reconhecido doutor da Igreja do Cristo que chamou pescadores, camponeses para segui-lo no carisma de Francisco de Assis, mas também homens cultos e de ciência. São Boaventura era um destes homens de muita ciência, porém de maior humildade e conhecimento de Deus, por isto registrou o que vivia.
Escreve ele:
“Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspeção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça”.
Boaventura nasceu no centro da Itália em 1218 e ao ficar muito doente recebeu a cura por meio de uma oração feita por São Francisco de Assis, que percebendo a graça tomou-o nos braços e disse: “Ó, boa ventura!”. Entrou na Ordem Franciscana e, pela mortificação dos sentidos e muita oração exerceu sua vocação franciscana e sacerdócio na santidade, a ponto do seu mestre qualificar-lhe assim: “Parece que o pecado original nele não achou lugar”.
São Boaventura, antes de se destacar como santo bispo, já chamava – sem querer – a atenção pela sua cultura e ciência teológica, por isso ao lado de Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino, caracterizaram o século XIII como o tempo de sínteses teológicas.
Certa vez, um frei lhe perguntou se poderia salvar-se, já que desconhecia a ciência teológica; a resposta do santo não foi outra: “Se Deus dá ao homem somente a graça de poder amá-Lo isso basta… Uma simples velhinha poderá amar a Deus mais que um professor de teologia”. O Doutor Seráfico, assumiu muitas responsabilidades, como ministro geral da Ordem Franciscana, bispo, arcebispo, até que depois de tanto trabalhar, ganhou com 56 anos o repouso no Céu.
Liturgia Diária – 15 de julho de 2008
Primeira leitura
Is 7,1-9
1No tempo de Acaz, filho de Joatão, filho de Ozias, rei de Judá, aconteceu que Rason, rei da Síria, e Facéia, filho de Romelias, rei de Israel, puseram-se em marcha para atacar Jerusalém, mas não conseguiram conquistá-la. 2Foi dada a notícia à casa de Davi: “Os homens da Síria estão acampados em Efraim”. Tremeu o coração do rei e de todo o povo, como as árvores da floresta diante do vento.
3Então disse o Senhor a Isaías: “Vai ao encontro de Acaz com teu filho Sear-Iasub (isto é, ‘um resto voltará’) até a ponta do canal, na piscina superior, na direção da estrada do Campo dos pisadores; 4e dirás ao rei: Procura estar calmo; não temas nem estremeça o teu coração por causa desses dois pedaços de tição fumegantes, diante da ira furiosa de Rason e da Síria, e do filho de Romelias, 5por terem a Síria, Efraim e o filho de Romelias conjurado contra ti, dizendo: 6′Vamos atacar Judá, enchê-lo de medo e conquistá-lo para nós, e nomear novo rei, o filho de Tabeel’. 7Isto diz o Senhor Deus: ‘Este plano fracassará, nada disso se realizará! 8Que seja Damasco a capital da Síria e Rason o chefe de Damasco; dentro de sessenta e cinco anos deixará Efraim de ser povo; 9que seja a Samaria capital de Efraim. De resto, se não confiardes, não podereis manter-vos firmes’”.
Salmo Responsorial
Sl 47
— O Senhor estabelece sua cidade para sempre.
— O Senhor estabelece sua cidade para sempre.
— Grande é o Senhor e muito digno de louvores na cidade onde ele mora; seu Monte santo, esta colina encantadora é a alegria do universo.
— Monte Sião, no extremo norte situado, és a mansão do grande Rei! Deus revelou-se em suas fortes cidadelas um refúgio poderoso.
— Pois eis que os reis da terra se aliaram, e todos juntos avançaram; mal a viram, de pavor estremeceram, debandaram perturbados.
— Como as dores da mulher sofrendo parto, uma angústia os invadiu; semelhante ao vento leste impetuoso, que despedaça as naus de Társis.
Evangelho
Mt 11,20-24
Naquele tempo, 20Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido.
21″Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que se realizaram no meio de vós, tivessem sido feitos em Tiro e Sidônia, há muito tempo elas teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza.
22Pois bem! Eu vos digo: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia serão tratadas com menos dureza do que vós. 23E tu, Cafarnaum! Acaso serás erguida até o céu? Não! Serás jogada no inferno! Porque, se os milagres que foram realizados no meio de ti tivessem sido feitos em Sodoma, ela existiria até hoje! 24Eu, porém, vos digo: no dia do juízo, Sodoma será tratada com menos dureza do que vós!”
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